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Entenda o TDAH e como ele se manifesta em crianças, adolescentes e adultos

O TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade é diagnosticado ainda na infância, caracterizado por níveis altos de agitação. O diagnóstico deve ser realizado por profissionais da neurologia, psicologia e psiquiatria, para que não seja confundido com os níveis de atividade que crianças exercem normalmente, por serem mais ativas que adolescentes e adultos. O diagnóstico é imprescindível não só para o paciente, mas também para pais, familiares e professores, para que tenham uma abordagem assertiva ao lidarem com a criança que possui TDAH. Os sintomas do TDAH se dividem em três grandes grupos: desatenção, hiperatividade e impulsividade. Cada paciente pode desenvolver um tipo de sintoma, no entanto, ao longo da vida, o sintoma pode mudar de um para o outro. Na idade pré-escolar, alguns dos sintomas do TDAH podem ser caracterizados pelo excesso de agitação, impulsividade e desatenção. A criança normalmente perturba o ambiente escolar, é propícia a sofrer pequenos acidentes (tombos, queimaduras, cortes, etc), tem dificuldades de completar as tarefas, é desorganizada e distraída. No entanto, não deve ser levado em conta o comportamento da criança em apenas um dos ambientes. O adolescente com TDAH não se agita como a criança, todavia possui dificuldades para controlar impulsos, fazer planejamentos e leituras e pode ter a autoestima abalada. Assim como a criança com o déficit, o adolescente pode também se envolver em situações de perigo, como direção perigosa, consumo em excesso de álcool e outras drogas, brigas e esportes de risco. O TDAH não desaparece ao longo da vida mas pode se agravar conforme o passar dos anos. A criança não tratada pode se tornar um adulto depressivo, ansioso, com dificuldades para estabelecer relacionamentos, prejuízo na autoestima, dificuldades para permanecer em empregos e até o uso ou dependência de drogas.

Demência Vascular é a segunda causa de demência entre a população

Quando há o comprometimento do cérebro devido problemas cardiovasculares e cerebrovasculares, é constatado o quadro de Demência Vascular. A patologia, que representa a segunda maior causa de demência entre os indivíduos, é caracterizada pela fala de circulação sanguínea no cérebro, estando associada, também, ao quadro de Acidente Vascular Cerebral (AVC). Homens são acometidos pela doença em maior escala que o sexo feminino, como também pessoas com quadro de hipertensão, níveis elevados de gordura no sangue, diabetes e que possuem o hábito de fumar. Por haver uma progressão gradativa da demência, a capacidade do paciente de realizar tarefas simples é comprometida, pois ele desenvolve instabilidade e enfraquecimento emocional e cognitivo. Os sintomas consistem em problemas na linguagem, perda de memória e de capacidade de realização de movimentos coordenados e falta de atenção, que se manifestam inicialmente de maneira súbita, evoluindo gradativamente entre os períodos de estabilidade e de piora do quadro. Possuir um estilo de vida saudável, com atividade física regular e uma alimentação sadia cooperam para o tratamento da doença e para a constância de um quadro positivo. Os danos causados pela Demência Vascular são irreversíveis, todavia, é importante que o paciente faça um tratamento a fim de prevenir possíveis complicações provenientes da patologia.

Saiba mais sobre AVC

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) ocorre quando há um entupimento ou rompimentos dos vasos que levam sangue ao cérebro, ocasionando uma paralisia na área que ficou sem circulação sanguínea. Esta condição é comumente vivida por pessoas em uma idade mais avançada, contudo, jovens também podem sofrer dessa doença cerebrovascular. O AVC está vinculado ao quadro de alterações vasculares hereditárias ou contraídas, de defeitos cardíacos, hipercoagulabilidade, tabagismo, consumo de álcool e drogas. Diabetes, obesidade, colesterol alto e hipertensão também são aspectos facilitadores que podem levar ao acidente vascular. Os principais sinais da patologia consistem em fraqueza, dormência de um lado do corpo, dificuldade para falar, perda de visão súbita e tontura. Uma alimentação saudável, prática de atividades físicas e a redução do consumo de gordura, que limitam os riscos de doenças vasculares, são alternativas para a prevenção da doença. Todavia, existe a possibilidade da pessoa já vitimada pelo AVC sofrer o derrame novamente. O tratamento dependerá das causas que levaram o paciente a sofrer o acidente vascular e das particularidades envolvidas em cada caso. Existem meios terapêuticos que podem contribuir para a recuperação das funções comprometidas. Todavia, para assegurar uma melhor qualidade de vida para a vítima, é necessário e crucial o acompanhamento médico multidisciplinar.  

Saiba como diferenciar transtorno de dificuldade de aprendizagem

O desenrolar das habilidades ao longo da vida da criança é algo que começa desde cedo. A aprendizagem envolve muitas variáveis e aspectos, como questões sociais, biológicas e cognitivas e quando as dúvidas das crianças nas atividades escolares passam a ser frequentes pode ser que, de alguma forma, as funções cognitivas estejam sendo afetadas, indicando algum tipo de problema, podendo ser algum transtorno ou dificuldade de aprendizagem. Diante do transtorno de aprendizagem a criança apresenta diversas dificuldades, como, por exemplo, na área da leitura, da escrita, entre outras questões intelectuais. O transtorno compreende uma inabilidade específica, anexada a uma questão de conexão dos neurônios no desencadeamento de uma disfunção neurológica.  A criança com transtorno de aprendizagem não deve ser vista como portadora de uma limitação intelectual, já que possui apenas uma dificuldade em desenvolver algumas habilidades. Contudo, quando falamos de dificuldade de aprendizagem, compreendemos questões mais intrínsecas. São dificuldades que podem surgir no contexto escolar, social e emocional da criança. É mais comum e é caracterizada por um obstáculo, uma barreira ou um sintoma que pode ser de origem cultural, cognitiva ou até mesmo emocional. Para identificar os transtornos de aprendizagem é importante procurar um especialista, visto que o paciente terá a oportunidade de se submeter a uma avaliação multidisciplinar, recebendo o tratamento de acordo com o diagnóstico. Uma equipe multidisciplinar é essencial para o desenvolvimento neurológico e psicológico da criança diagnosticada com algum desses transtornos.

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